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Em Buenos Aires!

Posted in Uncategorized with tags , , , , , , on maio 17, 2013 by goura

Em Buenos Aires!

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Aprofundamento no Yoga – Vivências em Curitiba

Posted in Uncategorized with tags , , , , , , , , , on fevereiro 9, 2013 by goura

Aprofundamento no Yoga - Vivências em Curitiba

Casa de Yoga Sãdhana Pãda convida você a participar de uma prática deHatha-Yoga demonstrativa do Curso Vivências em Hatha-Yoga que iniciará em Março/2013
Será uma aula de 40 minutos, no dia 16/02 – sábadoas 9 h, na AcademiaEspaço Holístico Paramita -Rua Paula Graeser Sobrinho, 1026.
Após a prática ofereceremos um chá com bolo e teremos um bate-papo sobre a proposta do Curso.
Contamos com sua presença e traga um amigo!

Casa de Yoga Sãdhana Pãda
 Mirian Aguiar e Vanessa Pinheiro

 

Aulas de Yoga no Espaço Cênico

Posted in Uncategorized with tags , , , , , , , , , , on novembro 28, 2012 by goura

TODA QUARTA-FEIRA – 9HS

RUA PAULO GRAESER SOBRINHO, 305

+ INFO – 9746-2277

SÓ O YOGA SALVA!!

Aulas de Yoga no Espaço Cênico

Aulas de Hatha-Yoga reiniciam em janeiro

Posted in Uncategorized with tags , , , , , , , , , on janeiro 6, 2010 by goura

Queridos colegas e praticantes,

namas te.

As aulas de hatha-yoga reiniciam no Govardhana em dois horários,  sempre nas terças e quintas. 10hs e 19:30hs.

As aulas de sânscrito, mantras e Bhagavad Gita começam no dia 20/01, nas quartas às 18hs.

Quem quiser mais informações pode me escrever no souldefiance108@yahoo.com.br

O Govardhana Yogashala fica na Rua Augusto Stresser, 207 – http://www.govardhana.com.br

Se for possível venha de bike ou a pé para já trabalhar a mente e o corpo com outras sintonias.

Sintam-se bem vindos às práticas quando quiserem.

Que este ano estejamos mais fortes e unidos pela força do yoga.

Shanti.

Goura

Entrevista para o Jornal Aquarius

Posted in Uncategorized with tags , , , , , on julho 16, 2009 by goura

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Quem são as pessoas que procuram o sânscrito hoje?

Há um interesse crescente, principalmente de praticantes de yoga e estudantes de ayurveda. O pensamento indiano começa a cativar cada vez mais o mundo ocidental. O filósofo alemão Arthur Schopenhauer escreveu, certa vez, que o estudo do sânscrito e o contato com sua literatura produziriam um segundo renascimento na história do mundo europeu, uma libertação de dogmas e pensamentos viciados através do contato com um mundo intelectual distinto, mais antigo e profundo que o nosso. Acho que existem indícios de que isto está acontecendo. 

  – Para que serve o estudo da língua?

O sânscrito lhe dá acesso ao tesouro intelectual dos vedas, as antigas escrituras da Índia. É a língua da filosofia do yoga e possui uma sutileza e complexidade únicas. O sânscrito possui oito casos, declinações, e 49 fonemas em seu alfabeto. Sua escrita chama-se devanagari que significa ‘cidade dos deuses’, uma alusão a sua origem divina, de acordo com os textos védicos. A própria palavra sânscrito é a junção do prefixo san, bem, com a raiz verbal kr, fazer. Literalmente quer dizer ‘bem feito’, acabado, perfeito. Na literatura é possível destacar o Mahabharata, que contém a célebre Bhagavad-Gita, o Ramayana, os Puranas e os Upanishads como os textos mais significativos. O Mahabharata e o Ramayana são épicos de formação que descrevem as narrativas de grandes reis que viveram a muitos milhares de anos e cujas grandiosas atividades servem, até os dias de hoje, para inspirar os leitores.

  – Qual o grau de dificuldade?

Para dominar a língua é necessário um estudo consistente e dedicado. Tal disposição não é fácil de ser encontrada. No entanto, um estudo aliado a meditação e canto de mantras é uma maneira prática, lúdica e artística de se envolver com o sânscrito.

 As antigas escrituras dos hindus, os Vedas, formam um assombroso conjunto literário, de centenas de milhares de versos. Quase todos são a transcrição de um conhecimento anterior a eles próprios que existia nas tradições orais das diferentes escolas filosóficas. O sânscrito foi a língua na qual foram transcritos tais textos. As semelhanças entre o sânscrito, o grego, o latim, e suas derivações, são muito fortes e durante o século XVIII foram estudadas a fundo, levando os pesquisadores a desenvolverem a tese de que talvez houvesse uma língua mãe, matriz de todas estas línguas que eram faladas em extremos do planeta e que, mesmo assim, apresentavam vocábulos que continham uma ligação fonética e morfológica. Na Índia um filho dizia pitar, na Itália outro exclamava pater e no Peloponeso, pathr. Chamaram de indo-europeu esta possível língua primordial.

 

 Sir William Jones, um dos principais responsáveis por tal descoberta, proclamou-a da seguinte forma em meados de 1780:

 

‘A língua sânscrita, qualquer que seja a sua antiguidade, é de uma estrutura maravilhosa. Mais perfeita que a grega, mais rica que a latina, mais melodiosa que ambas. Essas três línguas tem um parentesco tão estreito entre si, tanto nas formas como nas raízes, que é impossível pensar numa coincidência fortuita. O filólogo que a examina a fundo é obrigado a reconhecer que devem derivar de uma fonte comum, que talvez se tenha perdido. Igual razão existe para fazer-nos pensar que as línguas góticas e celtas tem a mesma origem, e por fim até o persa poderia ser incluido na mesma família’

 Julho 009 / www.jornalaquarius.blogspot.com

Sobre o Real e o Irreal

Posted in Uncategorized with tags , , , , , , , , on abril 12, 2009 by goura

(texto apresentado originalmente no Jornal da AYPAR, verão 2006)

 

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Uma das características essenciais do mundo material é sua efemeridade, sua transitoriedade. Em sânscrito chamamos o mundo de jagat. Swami Dayananda apresenta uma interpretação interessante do termo. Diz ele que a palavra tem um sentido etimológico composto de duas raízes Ö ja – nascer, e ­Ö gam – ir. O universo, portanto, é tudo aquilo que nasce, que aparece, e depois segue, transmuta, se transfigura, vai embora. Em grego o termo physis traz um sentido semelhante. Na interpretação filosófica da palavra, feita por Martin Heidegger, physis é o desvelar daquilo que estava escondido, o aparecimento do oculto, o desabrochar da flor. No estado seminal do ser já encontramos latentes todos os demais estados de seus desenvolvimentos. Em ambas análises podemos sublinhar a idéia de movimento e de conseqüentes transformações que tem ai sua origem. Um outro exemplo clássico é a afirmação aparentemente óbvia, mas potencialmente perturbadora, de Heráclito. Diz ela: no mesmo rio, entramos e não entramos; somos e não somos. Ou: no mesmo rio não entramos duas vezes.

            Existe, no entanto, algo insistentemente inquietante, que reside em nossa mente e aparentemente se opõe a todas as mudanças do mundo. Na Gita Krishna enfatiza muitas vezes as diferentes percepções e argumentos que estabelecem a oposição existente entre o mundo material (e o corpo material) e este princípio que chamamos aqui de inquietante, mas que é nomeado por Krishna como atma. O atma é a essência vital, a consciência que experimenta o mundo dos objetos, ou, como diz Schopenhauer, é ´aquele que conhece tudo mas não é conhecido por ninguém´. Esta oposição aparece mais claramente no seguinte verso:

Asato ma sad gamaya

Tamaso ma jyotir gamaya

Mrtyor ma amrtam gamaya

O asat é a negação daquilo que é real, sat; a escuridão é a oposição à força luminosa, jyoti. E a morte é a imposição de um limite àquilo que é, em essência, ilimitado e imortal. (Observar a relação lingüística entre imortal e amrtam.) A morte é a conseqüência do nascimento. É o destino final de todas as transformações da matéria. Pode parecer, à primeira vista, que um tal tipo de raciocínio seja uma mera exaltação pessimista. Mas não. Reconhecer o mundo em que vivemos, nosso habitat, significa estar disposto a interpretar e construir o sentido das informações que chegam até nós. Para isto exige-se uma qualificação do indivíduo, um treinamento, uma disciplina de si, um cuidado de si ( ver Foucault na Hermenêutica do Sujeito). A filosofia e a preocupação efetiva sobre o ser sempre foram, em todas as culturas, a ocupação de poucos. Na maior parte dos homens a vida encontra uma proporção bastante desigual entre os cuidados com a subsistência e as indagações metafísicas, usando este termo com o máximo de cuidado possível. Geralmente a balança pende para o primeiro lado. Nos puranas, antigos textos da literatura védica, encontramos afirmações que dizem que um ser humano verdadeiro, um homem, um antropos, deve ser considerado enquanto tal, apenas na medida em que transcende o limitado universo do comer, dormir, reproduzir e se defender, ou seja, em que reconhece sua natureza ´animal´, mas observa também, lado à lado a esta natureza, a capacidade de escolha, a consciência da vontade e a percepção da continuidade temporal.

            Buscar este equilíbrio entre coisas tão distintas, entre energias aparentemente tão contraditórias é, entre outras coisas, o que Krishna chama de yoga. Samatvam yoga ucyate (2.42) – diz-se que o yoga é a equanimidade. E, se o que dizem todos os professores da Gita é verdadeiro, de que Krishna está a falar não apenas para Arjuna mas para toda a humanidade,  é esta a proposta que chega até nós. Somos incitados a buscar a auto-superação, a purificação do eu e a transcendência, mas sem esforços agressivos ou repressores. Ser disciplinado mas sem violência. Dedicar-se a prática, mas abrir mãos dos resultados. Para concluir este breve argumento uma bela lembrança heraclitiana:

´Do movimento dos distintos, a mais bela harmonia´

Meditação com mantras e bhajans em Curitiba

Posted in Uncategorized with tags , , , , , , on abril 12, 2009 by goura

Quarta de noite no Govardhana (www.govardhana.com.br)

Sexta de noite no Gandiva (www.gandiva.com.br)

Domingo de tarde no templo Hare Krishna (www.harekrishnacuritiba.com)

MEDITATE OR DIE!!